SEXO E AIDS DEPOIS DOS 50

Autor(a): Dr. Jean Gorinchteyn
ISBN: 978-85-274-1139-4
128 páginas

de R$ 21,00 por R$ 18,90

O livro Sexo e Aids depois dos 50 é um livro que mostra o impacto do HIV/AIDS em pessoas acima de 50 anos, delineando desde formas de contaminação, onde situações cotidianas podem representar grande ameaça de contágio, como, também, o drama vivido por seus pacientes, por ocasião do diagnóstico, muitos dos quais casados, com filhos e netos, revelando como esta doença confere grande impacto psicológico e social, desfazendo elos familiares, sociais e profissionais, sendo mais doloroso e impetuoso, até, que as próprias doenças oportunistas ocasionadas pela doença. Revela exemplos de vida e superação de alguns pacientes, através de seus depoimentos, deixando uma marca maior que é o arrependimento de não ter se prevenido.

Com prefácio do Dr. David Everson Uip

Depoimentos:

Independente da idade, profissão ou conta bancária, precisamos todos de uma boa dose de informação.

Aproveite esta leitura! Para se ter a cara da vida é preciso temê-la!

Adriane Galisteu

 

O amor não tem idade!

Causas e efeitos?

Não existe efeito sem causa!

As artes, de modo geral, são exemplos da dubiedade das almas femininas e das almas masculinas.

O que importa em minha modesta opinião é o amor!

Em síntese: “o amor é Deus”

A escrita de “Aids e Sexo após os 50”, é um gesto de amor sobre o seu semelhante.

Abraços fraternos!

Paulo Goulart e Nicete Bruno

 

Comigo aconteceu mais ou menos como aconteceu com o Mario Quintana, eu acordei uma manhã, fui pro espelho fazer a barba e escovar os dentes e levei quase um susto “UAI” quem é este estranho que me olha do espelho, é um velho, a surpresa foi um átimo, era eu mesmo! Pronto! Estava velho, e já não tão estranho. Depois, vieram as dores, os miasmas, uma pontinha muito sutil de melancolia, e enfim a aceitação e a compreensão de que tudo começa a mudar, os uísques diminuíram, as músicas, os sonhos, os anseios todos, pode não ser tudo muito triste, se a gente souber compreender, transformar e enfim aceitar, e o que mais me tocou, foi a percepção que o apetite sexual não muda mesmo, continua tão intenso e vivo, não como o dos 18 anos, mas como o dos 30 vá lá. O que muda é a obediência dos nervos, artelhos, músculos, ficam mais preguiçosos, né? Mas, gente como eu, conversa com eles, falamos de cinema, filmes, revistas, colegas de trabalho, as jovens passantes nas esquinas ensolaradas, tudo isso ajuda um pouco principalmente a um solitário como eu. E os cuidados, esses que a gente tergiversa quando jovem, muito jovem, se tornam essenciais, pra isso a ciência passa a ser uma grande companheira da poesia… então só nos resta ler… entender… aceitar… e agradecer.

Obrigado Dr. Jean Gorinchteyn e Hospital Emilio Ribas.

Lima Duarte

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